
O primeiro post pessoal…
13 Agosto, 2007a gente sempre esquece.
Escrevo para dizer o quanto me impressiono ainda com São Paulo, depois de longos meses vivendo aqui. Primeiro foram as praças. No Rio, para algo ser praça tem que ter um gramado, umas árvores, uns brinquedinhos enferrujados. Aqui na Paulicéia para ser praça basta existir um barranco embarreado. Alguma entidade vem e coloca lá uma placa pomposa com o nome de um morto: Praça Eulália Matarazzo. Pronto. Tá lá, o barranco sendo promovido.
Aí me acostumei. Montinho de terra, flor ou árvore, tudo pode ser praça. Ok.
Pois então qual não foi minha surpresa quando vi um vão no meio do centro da cidade, perto da Sé com uma placa: Praça Fulaninho de tal. Tomei um susto. Até a não coisa aqui pode ser praça. Como jogariam os velhinhos o seu dominó? Como correriam as crianças com as babás desatentas a olhar os moços?
Estou rendida. São Paulo para mim é absolutamente enigmática.
até praça na paulicéia é meio fake…rs…
hahaha…
Mas sabe que é por essas e outras que amo São Paulo?
O caos, afinal de contas, é poético!
De fato São Paulo é um lugar bem estranho… assustador até, eu me arriscaria dizer.
e logo a não-vida passa a ser coisa, também.
perigo sempre.
se bem que, você parece estar bem.
Beijo, Rê.
Ah, vi seu link no paredro que amo.
Já com 20 anos para mim, São Paulo continua sendo enigmática.
Um beijo.
oi renata
depois de longo e tenebroso inverno, volto a dar as caras no mundo blogueiro..
vc continua escrevendo muito.. e muito bem..
beijos, e eu volto..
Quando lembro de São Paulo, dá vontade de escrever a anti-canção do exílio… Espero nunca ter que voltar pra lá!
Estive a ler umas coisas aqui neste teu blogue, um belo blogue, leitura muito agradavel.
Por mim podes continuar, que vou gostar de ler mais coisas